{"id":21313,"date":"2020-09-15T17:44:00","date_gmt":"2020-09-15T20:44:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vetanco.com\/br\/?p=21313"},"modified":"2025-11-17T16:06:48","modified_gmt":"2025-11-17T19:06:48","slug":"peste-suina-africana-o-que-estamos-fazendo-a-respeito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vetanco.com\/br\/peste-suina-africana-o-que-estamos-fazendo-a-respeito\/","title":{"rendered":"Peste Su\u00edna Africana: o que estamos fazendo a respeito?"},"content":{"rendered":"\n<p>A Peste Su\u00edna Africana (PSA) \u00e9 uma doen\u00e7a viral hemorr\u00e1gica altamente contagiosa que acomete su\u00ednos dom\u00e9sticos e selvagens, sendo respons\u00e1vel por graves perdas econ\u00f4micas. Al\u00e9m disso, trata-se de uma doen\u00e7a listada no C\u00f3digo de Sa\u00fade Animal Terrestre da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial para a Sa\u00fade Animal (OIE) e de notifica\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria aos \u00f3rg\u00e3os oficiais nacionais e internacionais, devido ao seu potencial de r\u00e1pida dissemina\u00e7\u00e3o e \u00e0s significativas consequ\u00eancias socioecon\u00f4micas. Importante destacar que n\u00e3o existe vacina ou tratamento para a Peste Su\u00edna Africana.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio divulgado pela OIE (7\u201320\/08), foram notificados 284 novos surtos de PSA. Atualmente, o total de surtos em andamento no mundo chega a 7.130, incluindo 3.674 na Rom\u00eania e 1.472 no Vietn\u00e3. Nesse contexto, o Vietn\u00e3 j\u00e1 eliminou 43.150 su\u00ednos desde o in\u00edcio do ano para conter a propaga\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, e os gastos com combate e preven\u00e7\u00e3o j\u00e1 ultrapassam US$ 565,2 milh\u00f5es somente neste ano. Al\u00e9m disso, em 10\/09, a Diretoria de Sa\u00fade Animal e Bem-Estar Animal da Alemanha reportou \u00e0 OIE a primeira ocorr\u00eancia de PSA no pa\u00eds, encontrada em uma carca\u00e7a de javali pr\u00f3xima \u00e0 fronteira com a Pol\u00f4nia.<\/p>\n<h1>Biosseguridade: a principal ferramenta<\/h1>\n<p>A biosseguridade \u00e9 o pilar mais importante numa cadeia produtiva para manter a sa\u00fade dos animais e mitigar riscos de contamina\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de agentes infecciosos (MOR\u00c9S et al., 2017). De forma geral, ela \u00e9 definida pela OIE (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Epizootias) como um conjunto de medidas que visam proteger uma popula\u00e7\u00e3o de agentes infecciosos transmiss\u00edveis. Al\u00e9m disso, segundo o MAPA (IN44, 2017), biosseguridade \u00e9 o conjunto de procedimentos que buscam prevenir, diminuir ou controlar, de maneira direta ou indireta, os riscos de ocorr\u00eancia de enfermidades que possam impactar a produtividade dos rebanhos. Por fim, qualquer vetor \u2014 humanos, roedores, insetos e outros animais, equipamentos, alimentos, \u00e1gua, granjas vizinhas, sistemas de dejetos, ve\u00edculos, roupas, cal\u00e7ados, entre outros \u2014 que porte mat\u00e9ria org\u00e2nica de su\u00ednos \u00e9 potencial transmissor de pat\u00f3genos (MOR\u00c9S et al., 2017).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a biosseguridade pode ser d\u00edvida em externa e interna. Nesse contexto, a biosseguridade externa est\u00e1 relacionada \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do rebanho contra o ingresso de agentes infecciosos, com o dever de reduzir a introdu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as end\u00eamicas e impedir a introdu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as ex\u00f3ticas no sistema de produ\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a biosseguridade interna est\u00e1 relacionada \u00e0 preven\u00e7\u00e3o da multiplica\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de agentes no rebanho, deve reduzir a propaga\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as e reduzir a press\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o dentro do sistema de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h1>O que est\u00e1 sendo feito<\/h1>\n<p>O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA) intensificou a vigil\u00e2ncia contra a peste su\u00edna africana (PSA) com a distribui\u00e7\u00e3o de material informativo sobre a doen\u00e7a. O objetivo \u00e9 evitar que o v\u00edrus entre no pa\u00eds e afete a agropecu\u00e1ria brasileira. No Brasil, a PSA foi erradicada em 5 de dezembro de 1984, e o pa\u00eds foi declarado \u00e1rea livre da doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, o MAPA tem orientado os servi\u00e7os veterin\u00e1rios estaduais a fortalecerem a vigil\u00e2ncia dos animais, com controle de acesso de su\u00ednos a lix\u00f5es e aterros sanit\u00e1rios e a proibi\u00e7\u00e3o do uso de restos de alimentos na alimenta\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>Paralelamente, intensificou-se a fiscaliza\u00e7\u00e3o do descarte adequado de res\u00edduos alimentares provenientes de aeronaves comerciais e navios; da mesma forma, refor\u00e7ou-se a inspe\u00e7\u00e3o de bagagens de passageiros de voos internacionais e a aten\u00e7\u00e3o ao cumprimento dos requisitos sanit\u00e1rios para importa\u00e7\u00e3o de su\u00ednos vivos, material gen\u00e9tico, produtos, subprodutos e insumos. Segundo o Sistema de Vigil\u00e2ncia Agropecu\u00e1ria Internacional (Vigiagro), foram distribu\u00eddos 88 banners para aeroportos e portos de fronteira \u2014 44 em portugu\u00eas e 44 em ingl\u00eas \u2014 com o objetivo de alertar os viajantes. Al\u00e9m disso, os profissionais do MAPA foram treinados em laborat\u00f3rios internacionais de refer\u00eancia para aplicar os conhecimentos adquiridos na rede de laborat\u00f3rios oficiais do Brasil.<\/p>\n<p>Ademais, a Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria est\u00e1 revendo procedimentos e atualizando os certificados sanit\u00e1rios internacionais necess\u00e1rios ao com\u00e9rcio de produtos de origem animal. Em complemento, foram revisados os procedimentos de importa\u00e7\u00e3o de produtos, animais e os riscos relacionados \u00e0 doen\u00e7a, principalmente nas \u00e1reas com maior incid\u00eancia.<\/p>\n<h1>Granjas de su\u00ednos certificadas<\/h1>\n<p>Na suinocultura brasileira, apenas as granjas de su\u00ednos Certificadas (GRSC) possuem normativa oficial, na qual constam crit\u00e9rios espec\u00edficos de biosseguridade a serem seguidos, al\u00e9m de monitoramento de doen\u00e7as espec\u00edficas (IN 19 de 2002). Desta forma, os cuidados com biosseguridade desses rebanhos dependem, exclusivamente, das empresas integradoras e dos propriet\u00e1rios das granjas.<\/p>\n<p>Desta forma, todos est\u00e3o implementando e\/ou fortalecendo seus programas de biosseguridade com base em todos os itens comentado anteriormente. Dentre as a\u00e7\u00f5es que vem sendo fortalecidas temos:<\/p>\n<h1>Visitas \u00e0 Unidade Produtiva<\/h1>\n<p>Qualquer pessoa que necessita fazer uma visita \u00e0 granja, a trabalho ou n\u00e3o, dever\u00e1 estar em vazio sanit\u00e1rio (sem contato com su\u00ednos de outra granja, abatedouro ou laborat\u00f3rio que trabalha com agentes infecciosos) por no m\u00ednimo 24 horas. Da mesma forma, visitantes estrangeiros ou brasileiros em retorno de viagem internacional \u2013 independentemente de terem visitado alguma granja, abatedouro ou laborat\u00f3rio com agentes infecciosos \u2013 dever\u00e3o cumprir vazio sanit\u00e1rio por pelo menos 72 horas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, t\u00e9cnicos aut\u00f4nomos ou de empresa integradora (t\u00e9cnicos de assist\u00eancia t\u00e9cnica e vacinadores) que assistem apenas granjas da mesma integra\u00e7\u00e3o poder\u00e3o visitar mais de uma granja por dia, desde que, na entrada de cada unidade, sigam corretamente os procedimentos de troca de roupa e cal\u00e7ado e realizem a lavagem das m\u00e3os com produto germicida.<\/p>\n<p>Para garantir o controle dessas movimenta\u00e7\u00f5es, a granja dever\u00e1 documentar todas as visitas, mantendo no escrit\u00f3rio um caderno de registro com informa\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de data, identifica\u00e7\u00e3o da pessoa, objetivo da visita e identifica\u00e7\u00e3o da \u00faltima visita realizada em outra granja, abatedouro ou laborat\u00f3rio que trabalha com agentes infecciosos.<\/p>\n<p>Ademais, \u00e9 fundamental implementar programas de capacita\u00e7\u00e3o continuada para todos os envolvidos no processo \u2014 produtores, t\u00e9cnicos, extensionistas e fornecedores \u2014 abrangendo as a\u00e7\u00f5es de biosseguridade. Paralelamente, deve-se realizar a revis\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o dos manuais com os procedimentos operacionais padronizados relacionados \u00e0s medidas de biosseguridade e manejo sanit\u00e1rio.<\/p>\n<h1>Foco na rastreabilidade<\/h1>\n<p>Inclusive, as unidades de produ\u00e7\u00e3o devem manter registros que permitam a identifica\u00e7\u00e3o e a rastreabilidade dos su\u00ednos, desde a recep\u00e7\u00e3o de reprodutores e material de multiplica\u00e7\u00e3o animal at\u00e9 a elabora\u00e7\u00e3o do produto final do compartimento, mantendo essas informa\u00e7\u00f5es arquivadas por no m\u00ednimo tr\u00eas anos.<\/p>\n<h1>Prestadores de servi\u00e7os<\/h1>\n<p>Nesse sentido, todas as empresas do setor est\u00e3o focadas na preven\u00e7\u00e3o da entrada da Peste Su\u00edna Africana no Brasil. Todos os cuidados em rela\u00e7\u00e3o a viagens internacionais e vazio sanit\u00e1rio est\u00e3o sendo tomados. Al\u00e9m disso, campanhas de marketing e a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o com temas voltados \u00e0 biosseguridade est\u00e3o sendo intensificadas.<\/p>\n<p>Como exemplo, a Vetanco realizou, entre os dias 7 e 11 de outubro, uma rodada t\u00e9cnica no Mato Grosso com algumas das principais cooperativas da regi\u00e3o. Durante essa programa\u00e7\u00e3o, foram proferidas palestras sobre biosseguridade, destacando sua import\u00e2ncia e os principais cuidados dentro e fora das granjas.<\/p>\n<h1>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/h1>\n<p>Por fim, para que um programa de biosseguridade tenha \u00eaxito \u2014 ou seja, para que sejamos efetivos em evitar a entrada da Peste Su\u00edna Africana no Brasil \u2014 \u00e9 necess\u00e1rio, acima de tudo, que as pessoas envolvidas no processo compreendam plenamente todos os conceitos e o prop\u00f3sito de cada medida. Somado a isso, \u00e9 fundamental que estejam comprometidas, engajadas e cientes das consequ\u00eancias de suas a\u00e7\u00f5es no processo produtivo.<\/p>\n<h1>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/h1>\n<p>AMASS, S. F.; PACHECO, J. M.; MASON, R. W.; SCHNEIDER, J. L.; ALVAREZ, R. M.; CLARK, L. K.; RAGLAND, D. Procedures for preven\u00adting the transmission of foot-and-mouth disease virus to pigs and sheep by personnel in contact with infected pigs. Veterinary Record, v. 153, n. 5, p. 137-140, 2003(b).<\/p>\n<p>BRASIL. Circular N\u00ba 130\/2007\/CGPE\/DIPOA \u2013 Exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna para estados-membros da Uni\u00e3o Europeia. 2007. <a href=\"http:\/\/www.agricultura.gov.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CLIQUE AQUI<\/a>.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>DEE, S. A. Biosecurity: a critical review of today\u2019s practices. In: AME\u00adRICAN ASSOCIATION OF SWINE VETERINARIANS. Iowa, 2003. p. 451-455. DESROSIERS, R. Transmission of swine pathogens: different means, different needs. Animal Health Research Reviews, v. 12, n. 1, p. 1\u201313, 2011. Doi: 10.1017\/S1466252310000204.<\/p>\n<p>KIM, Y.; YANG, M.; GOYAL, S. M.; CHEERAN, M. C-J.; TORREMO\u00adRELL. M. Evaluation of biosecurity measures to prevent indirect trans\u00admission of porcine epidemic diarrhea virus. Veterinary Research, v. 13, n. 89, p. 1-9, 2017. Doi: 10.1186\/s12917-017-1017-4.<\/p>\n<p>LAANEN, M.; PERSOONS, D.; RIBBENS, S.; DE JONG, E.; BCALLENS, B.; STRUBBE, M.; MAES, D.; DEWULF, J. Relationship between biosecurity and production\/antimicrobial treatment characteristics in pig her\u00adds. The Veterinary Journal, v. 198, p. 508\u2013512, 2013.<\/p>\n<p>MOR\u00c9S, N.; CARON, L.; COLDEBELLA, A.; BORDIN, L. C. Biosseguridade m\u00ednima para granjas de su\u00ednos que produzem animais para abate. Bras\u00edlia: Embrapa, novembro 2017.<\/p>\n<p>MOR\u00c9S, N., &amp; GAVA, D. (2017). Realidade e estrat\u00e9gias para melhoria da biosseguridade nas granjas de su\u00ednos que produzem animais para abate no Brasil. In Embrapa Su\u00ednos e Aves-Artigo em anais de congresso (ALICE). In: SIMP\u00d3SIO INTERNACIONAL DE PRODU\u00c7\u00c3O E SANIDADE DE SU\u00cdNOS, 2., 2017, Jaboticabal. Ci\u00eancia e inova\u00e7\u00e3o na suinocultura: anais. Jaboticabal: UNESP\/FCAV, 2017. p. 32-38. SIMPORK. Editores: Luis Guilherme de Oliveira; Maria Emilia Franco Oliveira e Marina Lopes Mechler.<\/p>\n<p>OIE \u2013 African Swine Fever (ASF); Report N\u00b0 32: November 22 \u2013 December 5, 2019; World Animal Health Information and Analysis Department &#8211; <a href=\"https:\/\/www.oie.int\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CLIQUE AQUI<\/a>.<\/p>\n<h1>Sobre a Vetanco<\/h1>\n<p>A <a href=\"https:\/\/vetanco.com\/br\/institucional\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vetanco<\/a> \u00e9 um laborat\u00f3rio veterin\u00e1rio internacional que, desde 1987, desenvolve, fabrica e comercializa produtos inovadores para a sa\u00fade animal.<\/p>\n<p>Atualmente, estamos presentes em mais de 40 pa\u00edses. Oferecemos produtos internacionalmente comprovados, controlados e seguros para a melhoria da produtividade e da seguran\u00e7a agroalimentar. Essa presen\u00e7a global reafirma nossa dedica\u00e7\u00e3o aos mais altos padr\u00f5es de qualidade, reconhecidos pelos mercados mais criteriosos.<\/p>\n<p><strong>Vetanco: produtos seguros para alimentos seguros.<\/strong><\/p>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":7,"featured_media":21316,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52,45],"tags":[262,1354,753,754,507,51,186],"class_list":["post-21313","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","category-noticias","tag-biosseguridade","tag-granjas-de-suinos","tag-peste-suina-africana","tag-psa","tag-saude-animal-2","tag-vetanco","tag-vetanco-brasil"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Peste Su\u00edna Africana: o que estamos fazendo a respeito? - Vetanco Brasil<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"A Peste Su\u00edna Africana \u00e9 uma doen\u00e7a viral hemorr\u00e1gica altamente contagiosa que acomete os su\u00ednos. 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