Como será a produção de proteína animal nos próximos anos?
A resposta passa por uma série de desafios que já estão presentes hoje: crescimento da demanda por alimentos, necessidade de maior eficiência produtiva, controle de doenças, segurança dos alimentos, bem-estar animal, sustentabilidade e redução dos impactos ambientais.
Nesse cenário, falar sobre o futuro da produção animal é, necessariamente, falar sobre o futuro da saúde animal.
E é justamente nesse território que ciência e inovação ganham um papel central.
O mundo precisará produzir mais e de forma mais eficiente
As projeções para a próxima década ajudam a dimensionar esse desafio.
Segundo o OECD-FAO Agricultural Outlook 2025-2034, a produção agrícola e pesqueira global deverá crescer cerca de 14% até 2034. No mesmo período, a produção global de carne deverá crescer 13%, enquanto as emissões diretas da agricultura devem aumentar 6%. Esses dados revelam uma questão crucial: a intensidade de carbono da produção está caindo, mas o crescimento absoluto das emissões reforça que o aumento da produtividade e a sustentabilidade precisarão caminhar cada vez mais juntos.
O cenário mostra uma mudança importante na lógica da produção.
Não basta aumentar o volume produzido.
Será necessário aumentar a eficiência dos sistemas produtivos, melhorar a produtividade e encontrar formas de reduzir a intensidade dos impactos associados à produção.
A própria OECD e a FAO apontam que ganhos de produtividade serão fundamentais para sustentar o crescimento da produção e, ao mesmo tempo, limitar o aumento das emissões.
É aqui que a saúde animal se torna parte essencial dessa equação.
Por que a saúde animal importa para o futuro da produção?
A saúde dos animais influencia diretamente a eficiência, a produtividade, o bem-estar e a segurança dos sistemas de produção.
Quando uma doença entra em um sistema produtivo, seus efeitos podem ultrapassar o animal individual. Ela pode comprometer desempenho, aumentar perdas, afetar a rentabilidade e gerar impactos sobre toda a cadeia.
Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH), mais de 20% das perdas da produção animal estão relacionadas a doenças. A organização também destaca que investir em saúde animal contribui para a segurança alimentar, a proteção dos meios de subsistência e a resiliência dos sistemas produtivos.
Por isso, prevenção, diagnóstico, biossegurança, vacinação, nutrição, bem-estar e desenvolvimento de novas soluções precisam ser tratados como partes de uma mesma agenda.
E essa agenda está se tornando cada vez mais científica.
A ciência como caminho para novas respostas
Os desafios atuais da produção animal são complexos.
Doenças emergentes, resistência aos antimicrobianos, mudanças climáticas, exigências dos consumidores e necessidade de produzir alimentos com maior eficiência exigem conhecimento cada vez mais especializado.
Um exemplo é a resistência aos antimicrobianos.
Em 2026, a FAO publicou uma avaliação econômica indicando que, mantidas as tendências atuais, o uso de antimicrobianos na produção pecuária poderá crescer quase 30% até 2040 em comparação com 2019. O relatório reforça a necessidade de repensar estratégias de produção e de buscar alternativas capazes de proteger a produtividade e a saúde sem ampliar riscos de longo prazo.
Esse tipo de desafio não se resolve com uma única resposta.
Ele exige pesquisa.
Exige experimentação.
Exige colaboração.
E exige transformar conhecimento científico em soluções aplicáveis.
Inovação não acontece de forma isolada
Uma das características da ciência contemporânea é justamente a capacidade de conectar diferentes conhecimentos.
Na saúde animal, isso significa aproximar pesquisadores, universidades, centros de pesquisa, empresas, profissionais técnicos, produtores e agroindústrias.
Na prática, a colaboração pode acelerar descobertas, ampliar capacidades de pesquisa e aproximar a ciência dos problemas reais da produção.
Essa é uma lógica presente na trajetória da Vetanco.
A empresa mantém parcerias com universidades e centros de pesquisa internacionais e desenvolve soluções em diferentes frentes da saúde animal. Atualmente, está presente em mais de 40 países, conta com mais de 500 colaboradores com formação acadêmica e científica e possui mais de 200 produtos em seu portfólio.
Entre os exemplos dessa atuação estão iniciativas construídas a partir da colaboração científica.
A BV Science, formada pela parceria entre Vetanco e Dr. Bata, surgiu da integração de equipes e capacidades de pesquisa e desenvolvimento.
Já a Bioinnovo nasceu da parceria entre Vetanco e INTA, unindo pesquisa pública e privada para o desenvolvimento de soluções em saúde animal.
São exemplos de uma mesma premissa: grandes desafios podem encontrar novas respostas quando diferentes inteligências trabalham juntas.
Do laboratório para o campo
Pesquisa só cumpre todo o seu potencial quando consegue gerar aplicação.
É assim que a inovação deixa de ser apenas uma descoberta e passa a produzir impacto.
Na produção animal, isso significa desenvolver soluções que façam sentido diante das condições reais do campo, que contribuam para a saúde e o bem-estar dos animais e que apoiem sistemas produtivos cada vez mais eficientes e sustentáveis.
É uma ponte que precisa funcionar nos dois sentidos. Os desafios do campo ajudam a orientar novas perguntas para a ciência. E a ciência devolve ao campo novas ferramentas para responder a esses desafios.
Essa conexão entre Pessoas, Pesquisa e Produtos está no DNA da Vetanco.
1. Pessoas porque são elas que vivem os desafios, fazem perguntas, pesquisam e constroem relações.
2. Pesquisa porque é ela que amplia o conhecimento e abre novas possibilidades.
3. Produtos porque são eles que materializam a ciência e levam a inovação para a realidade.
O que significa transformar o futuro da saúde animal?
É nesse contexto que a assinatura da Vetanco ganha significado. Transformando o futuro da saúde animal não é apenas uma declaração sobre o amanhã. É uma forma de expressar uma atuação no presente.
Transformar é buscar novas respostas. É investigar o que ainda não conhecemos. É transformar conhecimento em soluções. É conectar ciência e experiência. É colaborar para que a inovação chegue mais longe.
E futuro não significa apenas aquilo que ainda vai acontecer. Também significa aquilo que começa a ser construído agora.
Cada pesquisa. Cada parceria. Cada descoberta. Cada solução aplicada no campo. Cada decisão que contribui para uma produção animal mais saudável, eficiente e sustentável.
O futuro da saúde animal será resultado de muitas escolhas e de muitas pessoas trabalhando para responder aos desafios que já conhecemos e aos que ainda estão por vir.
Para a Vetanco, fazer parte desse futuro significa continuar conectando ciência, inovação e pessoas para transformar complexidade em respostas concretas.
Vetanco. Transformando o futuro da saúde animal.
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